Março 2006: Mercado de escritórios dinâmico no inicio de 2006
  O início do ano para o mercado de escritórios de Lisboa revela uma grande actividade das empresas na procura de alternativas para a sua instalação, com o LPI a registar apenas no mês de Janeiro uma ocupação superior a 12 mil m2, o que representa cerca de 15 empresas a encontrarem um novo espaço. O valor agora registado é o melhor dos últimos três anos, de acordo com os registos do LPI.

O primeiro mês do ano é por regra mais fraco em negócios concretizados, uma vez que as empresas procuram fechar as suas decisões de mudança até ao final do exercício. Nesta perspectiva, existe a indicação inicial de uma interessante dinâmica do mercado de escritórios, aproveitando um sentimento de que as rendas estão num patamar atractivo para sustentar a decisão de mudar para um escritório mais funcional e moderno, com um custo moderado.


Zonas “prime” com maior ocupação
  No primeiro mês de 2006 os escritórios usados na cidade de Lisboa dominaram os negócios, com um total de 7300 m2 a encontrarem um novo inquilino, para uma absorção global de 12 mil m2. Essa é uma tendência já registada no último trimestre de 2005, verificando-se uma maior concentração de negócios em edifícios modernos, no entanto sem ser em primeira ocupação, na cidade de Lisboa.

As zonas “prime” de Lisboa, no eixo da Av. da Liberdade à Praça do Saldanha, reuniram as preferências das empresas, com o essencial dos negócios deste início de 2006 a localizarem-se em edifícios “prime” de Lisboa. Destaque para um edifício na Duque de Palmela para uma área de quase 4000 m2, que é até ao momento a maior operação do ano.


Out of Town com elevada disponibilidade
  A zona Out of Town registou uma excelente performance durante 2005, com um total de 63 mil m2 de área ocupada o que significa mais de 40% do total dos negócios registados pelo LPI.

No primeiro mês de 2006 a absorção para esta zona atingiu os 2500 m2, concentrando-se em edifícios de qualidade mas sem ser em primeira ocupação, o que antecipa que esta zona mantém os argumentos de atractividade que justificaram a boa performance dos últimos meses.

No total, o LPI tem o registo de uma área global de mais de 180 mil m2 disponíveis e prontos a ocupar, sendo 100 mil m2 em edifícios novos para primeira ocupação e os restantes 80 mil m2 em espaços usados, num total de mais de 80 imóveis. Este nível de disponibilidade significa uma vacancy rate na ordem dos 24% para um parque de escritórios avaliado pelo LPI em 780 mil m2.



...Empreendimentos em Destaque



Quem Somos | Avisos Legais | Segurança | Empreendimentos | Fracções | Notícias | Serviços
© Copyright 2006 - 2008 Caixatec - Tecnologias de Comunicação, S.A.